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Mamografia

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Mamógrafos Instalados na Região Centro-Oeste

De acordo com as informações do Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde (CNES/SAS/MS), no ano de 2003 existiam no Brasil 2.386 mamógrafos e, deste total, 2.305 estavam em operação. Segundo a mesma fonte, em 2003, no Brasil havia um mamógrafo para cada 12.072 mulheres de 40 anos ou mais de idade. Considerando que cada mamógrafo realiza 30 exames por dia e que em dois anos existem 400 dias úteis, cada mamógrafo poderia atender 12.000 mulheres em dois anos. Assim, seria possível afirmar que há no país um número de mamógrafos próximo do suficiente para atender a população de 28.804.373 mulheres nesta faixa etária. Entretanto, a análise deste parâmetro por região mostra que esta suficiência pode ser aparente. Enquanto a região centro-oeste dispõe de um mamógrafo para cada 8.096 mulheres, na região nordeste este número é de um mamógrafo para cada 17.620 mulheres, caracterizando desigualdades de infra-estrutura para a mamografia entre as regiões.

Tendo em vista que o Distrito Federal dispõe de um mamógrafo para cada 4.520 mulheres e que sua população rural é pequena, é possível que dentro dos estados, as áreas urbanas sejam melhor atendidas do que as áreas rurais no que se refere à infra-estrutura para a mamografia. Este fato se repetiria dentro dos estados: a mesma desigualdade observada entre as regiões do país.

No levantamento, mesmo que classificada como em nível I de atendimento à saúde segundo o Padrão UNSCEAR, todas as regiões brasileiras apresentam-se aquém dos padrões de países desenvolvidos em nível de cobertura de tecnologias médicas de diagnóstico por imagem.

Figura 1 Quantitativo de mamógrafos por região e país

Figura 1 Quantitativo de mamógrafos por região e país. (Fonte: programa CRCN-CO e UNSCEAR 2003).

No caso da distribuição de mamógrafos por região (fig 1) , observa-se que a região sudeste sobressai-se frente às demais. Talvez pela maior presença de mulheres nos grupos de idade para mamografia, considerando que existe uma boa cobertura de atendimento para clínica e rastreamento. Quando comparados a países de nível I de atendimento, os resultados mostram diferenças acentuadas em relação a aqueles países com alto nível de atenção à saúde.


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